Associação Escola Aberta no Galpão, denominada EAG, fundada em 26 de novembro de 2018, é uma associação civil de personalidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, com sede na cidade de Presidente Prudente, estado de São Paulo, Brasil; tem como sócias fundadoras arquitetas e arquitetos e urbanistas;
Localizada no interior profundo, extremo oeste do estado distando 600km da capital paulista, a cidade de Presidente Prudente, sede da entidade, possui 230 mil habitantes; é capital da décima região adminstrativa estadual e conglomera 53 municípios entre 20 e 40 mil habitantes somando quase 1 milhão de habitantes na localidade regional; é também capital regional do PONTAL do PARANAPANEMA divisa com o estado do Mato Grosso do Sul.
O isolamento geográfico da EAG frente à consolidação da produção cultural dos grandes centros e seu entorno imediato faz com que a mesma promova em suas ações a permanente construção de PONTES-REDE entre eles e o interior profundo, e não somente, mas também com outras cidades, estados e países, de forma que a entidade, entre tantos objetivos, cumpra sua função primeira que é construção da autonomina sociocultural dos territórios de forma que seja possível a construção de um projeto de país.
O projeto foi idealizado e iniciado em 2011 pela arquiteta Cristiana Pasquini e realizado pelo grupoDEArquitetura entre julho de 2011 e novembro de 2018 quando, ao se agrupar à amigos, se organiza como uma associação e pessoa jurídica no "Galpão da Vila Charlote" e com apoio do arquiteto Ciro Pirondi ampliou sua articulação em rede.
objetivos específicos
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promover autonomia sociocultural
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articular redes entre poder público, iniciativa privada, agentes culturais e técnicos, nacionais e internacionais;
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promover inclusão e diversidade social, etnica e territorial por meio da educação pelo direito à cidade, à memória e à moradia digna, incluindo ações de assistência técnica em habitação de interesse social (ATHIS);
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reconhecer, valorizar, capacitar, proteger e difundir as potencialidades da cultura local e regional, invisibilizadas pelo afastamento geográfico dos grandes centros;
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reconhecer, proteger e difundir a riqueza do patrimônio histórico, artístico e arqueológico, material e imaterial do território,
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capacitar e profissionalizar agentes e gestores de cultura, arquitetura e urbanismo local e regional;
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fomentar a descentralização e a economia da cultura;
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promover e difundir a cultura brasileira e regional, no país e no exterior.
ações
projetos de difusão
athis e patrimônio
cidades sustentáveis . direito à cidade . meio ambiente . patrimônio
eixos: Memória e Patrimônio · Intercâmbio · ODS 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis)
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territórios de cultura ações técnicas junto às comunidades que visem a autonomia social,construtiva e econômica, Executadas no espaço público. Atividades: construção de equipamentos de amparo à cultura em área vulnerávei-2024 2025 oficinas de auto construção - ( 2023- edital CAUSP) )
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indicadores: 150 pessoas em evento de inauguração e 30 pessoas na oficina.
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viabilidade: Edital LPG/2023- edital CAUSP
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patrimônio cultural: cessão de uso dos galpões da Linha Férrea Sorocabana assinada com a Secretaria de Patrimônio da União em outubro de 2025, com ocupação efetiva em maio de 2026.
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intervenções urbanas: 2012 - permanente - ações que visem o diálogo entre poder publico e o direito à cidade, participação em conselhoes e debates sobre cidade e meio ambiente.
projetos de formação e educação
eixos: cultura e educação · cultura e meio ambiente · memória e patrimônio · intercâmbio · ODS 04 (educação de qualidade) - ODS 11 (cidades e comunidades sustentáveis)
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migração (2014- ação permanente): articulação em rede por meio da troca de experiências entre profissionais nacionais e internacionais da arquitetura e urbanismo e suas áreas afins que debatam arquitetura como cultura, direito à cidade, meio ambiente e as diversas disicplinas correlatas. Atua em rede já tendo realizado intercâmbio e ações internacionais em parceria junto à entidades, universidades públicas e privadas, poder público e agentes.
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indicadores: Alcance acumulado de mais de 20 mil pessoas entre aulas abertas, oficinas, lives e acessos. 450 pessoas presenciais em 2025.
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viabilidade: editais de fomento públicos municipais e estaduais, CAUSP e iniciativa privada.
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apoio: esse projeto conta com apoio e faz articulação em rede com a escola da cidade por intermédio do arquiteto ciro pirondi.
associação
escola aberta
no galpão
certificações
Através da Lei nº 11.182/2023, a administração pública de Presidente Prudente reconhece a EAG como uma instituição de utilidade pública. Essa certificação é concedida devido ao impacto que a associação tem na comunidade local, por meio da realização de ações culturais e educativas.
Desde 08/03/2019 a Secretaria Especial de Cultura do Ministério da Cidadania reconhece a EAG ponto de cultura do estado a partir dos critérios estabelecidos pela Lei Cultura Viva (13.018/2014).
Plataforma que substitui o SNIIC - Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais.
Rede de incentivo e disseminação de iniciativas culturais.
números
ações
69 ações realizadas.
público participante das ações
2023 . 427 pessoas
2022 . 641 pessoas
2021 . 351 pessoas
2020 . 5.833 pessoas
2019 . 644 pessoas
2018 . 303 pessoas
público alcançado
entre 20.000 e 30.000 mil pessoas, considerando os acessos aos conteúdos digitais.
diretoria executiva
presidência executiva
segunda presidente
secretaria executiva
conselhos
conselho das cidades
vitor pissaia
conselho de cultura
fábio silvério
conselho de comunicação
ciro pirondi
vitor pissaia
depoimentos
No verão de 1830, ao regressar de Roma para Paris, Henri Labrouste arquiteto e construtor fundamental do século XIX , escrevia a seu irmão:"—Que dizer da Escola? Sua programação está chata, está mal organizada, os alunos carecem de entusiasmo..."Durante o mesmo verão, Labrouste abriu em seu próprio atelier, uma escola de projetos oposta aos princípios da Academia, na qual forma jovens progressistas da França.Mais tarde inspiração para a ESA - Escola Especial de Arquitetura de Paris, existente até os dias atuais.Ao pensar no Galpão e sua "Escola Livre" impossível não lembrar da "escola atelier" de Henri Labrouste.Espontaneidade e a coragem de fazer um "blend" entre casa, escritório e escola no mesmo espaço, sem dúvida merece apoio e reconhecimento.Deste tipo de ousadia carecem nossas Academias e por isso estão frias e sombrias, com raras e dignas exceções.É urgente intuir algo novo.Talvez o Galpão possua este gérmen.Fiquemos atentos.Vida longa!!!
ciro pirondi
fevereiro de 2018




















